Pular para o conteúdo
  • Home
  • Quem somos
  • Serviços
    • Automação e CRM
    • Estratégia e Planejamento
    • Conteúdo e SEO
    • Mídia Paga e Performance
    • Comunicação e Relacionamento
    • Branding e Design
    • Sites e Landing Pages
    • Redes Sociais e Conteúdo Digital
    • Integração e Tecnologia
    • Consultoria e Gestão
  • Blog
  • Cases
  • Home
  • Quem somos
  • Serviços
    • Automação e CRM
    • Estratégia e Planejamento
    • Conteúdo e SEO
    • Mídia Paga e Performance
    • Comunicação e Relacionamento
    • Branding e Design
    • Sites e Landing Pages
    • Redes Sociais e Conteúdo Digital
    • Integração e Tecnologia
    • Consultoria e Gestão
  • Blog
  • Cases
Contato

Métricas que os conselhos cobram (e poucas empresas medem): como transformar indicadores em decisões estratégicas

Compartilhe:

Em reuniões de conselho e comitês executivos, há um consenso silencioso: ninguém quer ouvir sobre likes, alcance ou cliques isolados. Esses números, apesar de úteis em relatórios operacionais, não têm peso na hora de orientar as grandes decisões estratégicas.

O que os conselhos realmente cobram são métricas que traduzem impacto direto em caixa, margem e previsibilidade. É nessa hora que termos como payback, CAC/LTV, margem incremental e taxa de show deixam de ser jargões técnicos de marketing ou vendas e passam a ser o centro da conversa.

Ainda assim, a maioria das empresas continua reportando indicadores superficiais, que não sustentam uma narrativa estratégica. O resultado é previsível: marketing e vendas perdem credibilidade na mesa de decisão, enquanto áreas financeiras e operacionais assumem protagonismo.

Na MAZ, acreditamos que crescimento previsível exige método. Isso significa construir relatórios que conectam intenção e resultado, com indicadores auditáveis e claros. Este artigo mostra por que os conselhos cobram essas métricas, como medi-las corretamente e de que forma usá-las para tomar decisões que realmente importam.


Por que boards não querem ouvir sobre likes e CTRs

O problema das métricas de vaidade

É comum encontrar relatórios cheios de números de curtidas, impressões e visualizações de página. O problema é que, sozinhos, eles não explicam nada sobre receita, margem ou eficiência.

Quando esse tipo de indicador é levado a um conselho, a percepção imediata é de fragilidade: o time está mais preocupado em inflar métricas do que em demonstrar impacto real no negócio.

A diferença entre métricas operacionais e executivas

  • Métricas operacionais: CTR, taxa de abertura de e-mails, tempo médio de permanência no site. Servem para otimizar a operação diária.
  • Métricas executivas: CAC, LTV, payback, margem incremental. São as que provam sustentabilidade de modelo de negócio.

Um estudo da EY mostrou que 73% dos CEOs esperam que marketing e vendas provem contribuição direta na margem operacional. Isso significa que relatórios precisam falar a língua da gestão, não apenas da operação.


Métricas que os conselhos cobram (e que sustentam decisões)

Payback

O que é: tempo necessário para recuperar o investimento em aquisição de clientes.

Por que importa: conselhos querem entender quanto capital está imobilizado até gerar retorno. Se o payback é longo demais, a empresa fica vulnerável em caixa.

Exemplo prático: reduzir payback de 18 meses para 12 meses libera recursos para investir em expansão ou novos produtos.


CAC/LTV

O que é: relação entre o CAC (Custo de Aquisição de Clientes) e o LTV (Lifetime Value).

Por que importa: uma relação saudável é de LTV no mínimo 3 vezes maior que o CAC. Isso garante sustentabilidade.

Exemplo prático: uma empresa com CAC de R$ 2.000 e LTV de R$ 3.000 dificilmente sustenta margens positivas. Mas se o LTV for R$ 9.000, o modelo se torna escalável.


Margem incremental

O que é: o quanto de margem adicional cada ação de marketing e vendas realmente entrega.

Por que importa: receitas podem crescer sem que a margem acompanhe. Quando o custo cresce na mesma proporção da receita, a operação se torna ineficiente.

Exemplo prático: uma campanha que gera R$ 1 milhão em vendas, mas só acrescenta R$ 100 mil em margem, pode ser menos eficiente do que uma ação que traz R$ 300 mil em vendas com R$ 200 mil de margem incremental.


Taxa de show

O que é: percentual de reuniões agendadas que realmente acontecem.

Por que importa: mesmo com leads qualificados, se poucos comparecem às reuniões, o funil quebra.

Exemplo prático: uma clínica médica que agenda 500 consultas mas só tem 200 comparecimentos compromete previsibilidade e inflaciona CAC.


Como usar essas métricas em decisões estratégicas

Alocação de orçamento

Se o CAC sobe acima do LTV, é sinal de cortar investimentos em canais ineficientes. Se o payback encurta, há espaço para acelerar o orçamento.

Expansão de mercado

Antes de entrar em uma nova praça ou lançar uma nova linha, conselhos analisam LTV/CAC e margem incremental. Sem isso, a expansão pode destruir caixa.

Governança e previsibilidade

Boards valorizam empresas que chegam à mesa com números auditáveis. Isso fortalece credibilidade do time de marketing e vendas e protege a reputação executiva.


Checklist executivo: sua empresa está pronta para apresentar ao conselho?

  1. Seu time mede payback por canal?
  2. CAC e LTV são atualizados a cada trimestre?
  3. Há cálculo de margem incremental por produto/serviço?
  4. A taxa de show é acompanhada como KPI de funil?
  5. Os relatórios executivos falam de métricas de negócio ou métricas de vaidade?

Casos em que a falta dessas métricas custou caro

  • Empresa A: investiu milhões em mídia sem acompanhar CAC/LTV. Resultado: caixa negativo em 18 meses.
  • Empresa B: expandiu sem olhar payback. Quando precisou captar, não tinha fôlego financeiro.
  • Empresa C: pipeline robusto, mas taxa de show de 40%. Perdeu previsibilidade e credibilidade com investidores.

Esses casos mostram que crescer sem olhar as métricas certas é correr atrás da própria cauda.


Crescimento previsível exige métricas que importam

Os conselhos não estão interessados em relatórios cheios de cores e gráficos bonitos. Eles querem clareza sobre:

  • Quanto custa adquirir um cliente (CAC);
  • Quanto esse cliente vale ao longo do tempo (LTV);
  • Em quanto tempo o investimento retorna (payback);
  • E quão eficiente é o funil de conversão (taxa de show).

Essas métricas não são apenas números: são argumentos estratégicos que decidem orçamentos, orientam expansão e protegem reputações.

Na MAZ, acreditamos que excelência é o mínimo, e transparência é inegociável. Por isso, ajudamos empresas a transformar relatórios em narrativas executivas que convencem qualquer conselho.

Inscreva-se na nossa newsletter!

Aqui, você encontrará tudo sobre marketing e vendas para área da saúde e estética. Descubra estratégias de marketing digital, técnicas de vendas, gestão de mídias sociais, branding e as últimas tendências do mercado.

Explore nossos conteúdos:

Agência de comunicação ou parceira de crescimento? Como planejar 2026 além das métricas de vaidade

Você provavelmente já tem uma agenda cheia de demandas para 2026: redes sociais, mídia paga, SEO, eventos, automações. Mas há

Da agência de comunicação às métricas que importam: como parar de planejar em cima de vaidade no marketing para saúde

Quando “mais seguidores” não enche agenda Se você ainda entra na reunião de planejamento com objetivos como “aumentar seguidores em

Vamos conversar?

Estratégias sob medida para cada desafio de negócio.

  • Home
  • Quem somos
  • Serviços
  • Blog
  • Cases
  • Trabalhe conosco

Vamos conversar?

Estratégias sob medida para cada desafio de negócio.

Todos os Direitos Reservados – MAZ Agência.

  • Home
  • Blog
  • Cases
  • Quem somos
  • Serviços
  • Trabalhe conosco
Youtube

Todos os Direitos Reservados – MAZ Agência.

  • MAZ AGENCIA DE COMUNICACAO LTDA - 37.707.505/0001-09
AVENIDA MARCOS PENTEADO DE ULHOA RODRIGUES, 939 - ANDAR 8 TORRE 1 ED JACARANDA – TAMBORE
Barueri, São Paulo 06460040 - Brasil

Home

Quem somos

Serviços

Blog

Cases