Pular para o conteúdo
  • Home
  • Quem somos
  • Serviços
    • Automação e CRM
    • Estratégia e Planejamento
    • Conteúdo e SEO
    • Mídia Paga e Performance
    • Comunicação e Relacionamento
    • Branding e Design
    • Sites e Landing Pages
    • Redes Sociais e Conteúdo Digital
    • Integração e Tecnologia
    • Consultoria e Gestão
  • Blog
  • Cases
  • Home
  • Quem somos
  • Serviços
    • Automação e CRM
    • Estratégia e Planejamento
    • Conteúdo e SEO
    • Mídia Paga e Performance
    • Comunicação e Relacionamento
    • Branding e Design
    • Sites e Landing Pages
    • Redes Sociais e Conteúdo Digital
    • Integração e Tecnologia
    • Consultoria e Gestão
  • Blog
  • Cases
Contato

Agência de comunicação ou parceira de crescimento? Como planejar 2026 além das métricas de vaidade

Compartilhe:

Você provavelmente já tem uma agenda cheia de demandas para 2026: redes sociais, mídia paga, SEO, eventos, automações. Mas há uma pergunta que vem antes de qualquer plano tático:

Você está contratando uma agência de comunicação ou uma parceira de crescimento?

A diferença não é semântica. É de modelo de gestão, de governança e, principalmente, de métricas.

Enquanto muitas empresas ainda planejam o próximo ano olhando para alcance, seguidores e curtidas, o cenário de marketing está entrando em um ponto de inflexão: IA como novo sistema operacional, explosão do investimento publicitário digital e consumidores cada vez mais atentos à coerência das marcas.

Planejar 2026 com o indicador errado é, na prática, assumir risco de caixa, margem e reputação.


Por que planejar 2026 com métricas de vaidade é perigoso

O que são métricas de vaidade hoje

Métricas de vaidade são aquelas que inflam dashboards, mas dizem pouco sobre crescimento real:

  • seguidores e impressões sem recorte de ICP
  • cliques e CTR isolados, desconectados de leads e oportunidades
  • visualizações de página sem olhar para origem, intenção e taxa de conversão
  • taxa de abertura de e-mail sem relação com pipeline gerado

Elas são sedutoras porque:

  1. São fáceis de acompanhar e de “apresentar bem” em reuniões.
  2. Crescem rápido quando se injeta mídia, mesmo sem estratégia.
  3. Alimentam a sensação de movimento, ainda que o negócio continue estagnado.

Em 2024 o mercado publicitário global ultrapassou US$ 1 trilhão e segue crescendo puxado por formatos digitais e IA. O que separa empresas que crescem das que apenas “postam” é a forma como conectam investimento a receita, margem e LTV.

O que os relatórios globais já estão sinalizando para 2026

Alguns sinais importantes para quem está planejando 2026:

  • A WGSN aponta 2026 como um ponto de inflexão: mudanças de valores, aceleração da IA e tensões globais exigem estratégias multicamadas, que integrem produto, valores e mensagens em vários canais.
  • A Kantar mostra que marcas que atuam em microcomunidades de conhecimento alcançam até 25% mais ROI de marketing, reforçando a importância de relevância e intenção, não apenas de alcance.
  • A Udemy reforça que fluência em IA deixou de ser um tema técnico: virou um novo “sistema operacional” para empresas, que precisam testar, aprender e adaptar rápido.

Em resumo: 2026 premia quem lê contexto, integra dados e toma decisão com método, não quem disputa quem tem mais views.


De agência de comunicação a parceira de crescimento

O que uma agência tradicional entrega

A agência de comunicação tradicional tende a focar em:

  • calendário de posts e campanhas
  • produção de arte, vídeo e conteúdo
  • compra de mídia
  • relatórios de performance puxados das plataformas

É útil, mas limitado. Quando o foco é preencher pauta e “entregar peças”, a discussão gira em torno de volume e formato, não de estratégia, funil e impacto em receita.

O que uma parceira de crescimento faz diferente

Uma parceira de crescimento parte de outra premissa:

“Crescimento previsível exige método.”

Na prática, isso significa:

  • Integração de marketing, vendas e tecnologia como um único sistema, e não três silos brigando por orçamento.
  • Operar como sócia estratégica, responsável não só por tráfego, mas por agenda de vendas, pipeline e margem.
  • Conectar diagnóstico executivo, funil, CRM, automação e conteúdo premium em uma operação única de crescimento.

No caso da MAZ, isso se traduz em uma agência que nasceu na saúde e expandiu para B2B e serviços complexos, sempre com foco em resultados mensuráveis e governança.

Especialmente em saúde e B2B, onde ciclos de venda são longos, tickets são altos e há forte pressão por compliance, não basta “aparecer”. É preciso:

  • filtrar demanda por perfil ideal de cliente (ICP);
  • garantir SLAs entre marketing e vendas;
  • documentar antes/depois com números auditáveis.


AI-first SEO, GEO e métricas que realmente importam

A forma como as pessoas descobrem e avaliam marcas está mudando rápido:

  • Motores de resposta com IA (ChatGPT, Perplexity, etc.) passam a mediar a descoberta de soluções.
  • GEO – Generative Engine Optimization obriga marcas a pensarem em conteúdo estruturado, citável e confiável, que possa ser “puxado” por agentes de IA — não só pelos bots tradicionais.
  • Assistentes de compra e agentes autônomos já aparecem em relatórios de consumo como tendência de massa: uma parcela relevante dos usuários de IA já delega decisões de compra a assistentes inteligentes.

Nesse contexto, as métricas de vaidade ficam ainda mais frágeis. Likes não dizem nada para um agente que está comparando:

  • autoridade do site,
  • qualidade das respostas,
  • consistência de sinal de marca em vários canais.

O que importa para 2026:

  1. Sinal de autoridade: citações em respostas de IA, backlinks qualificados, reviews, cases auditáveis.
  2. Estrutura de conteúdo: páginas pensadas para responder perguntas, com FAQs, glossários, comparativos e dados.
  3. Experiência de site: velocidade, UX, clareza de proposta de valor e CTAs bem definidos, afinal, a conversão ainda acontece em landing pages e áreas logadas (camada de “Landing” e “Conversion”, não apenas na descoberta).


Quais métricas importam para planejar 2026

Em vez de olhar só para alcance e seguidores, o planejamento 2026 precisa partir de quatro camadas de métricas.

1. Intenção e descoberta

  • volume de buscas orgânicas e de marca;
  • variação de impressões em temas estratégicos (SEO + GEO);
  • participação em respostas de IA (quando rastreável);
  • crescimento de tráfego qualificado em páginas de diagnóstico, materiais ricos e cases.

Perguntas para se fazer aqui:

  • Em quais termos estratégicos a sua marca realmente aparece?
  • Seu site já responde às dúvidas que seus prospects estão digitando em motores de busca e de resposta?
  • Seus conteúdos são citáveis, com dados, fontes e comparativos?

2. Avaliação e consideração

  • leads qualificados por estágio de funil (MQL, SQL, oportunidades);
  • taxa de avanço entre etapas (ex.: MQL → reunião → proposta);
  • tempo médio de ciclo de venda por segmento;
  • engajamento em conteúdos de meio de funil (guides, webinars, provas de conceito).

Aqui entra o papel do conteúdo profundo: guias, estudos de caso, comparativos de solução; que a MAZ prioriza ao escalar conteúdos educativos em saúde e B2B. Esses materiais reposicionam a marca como referência técnica, e não como “mais uma agência que faz post”.

3. Decisão e receita

  • oportunidades geradas x oportunidades ganhas;
  • receita nova por canal e por campanha;
  • margem por produto/serviço;
  • LTV por segmento e por origem.

É aqui que métricas como CAC, payback e receita recorrente mostram se o plano de marketing está ajudando a financiar o crescimento ou apenas consumindo budget.

4. Eficiência e aprendizado contínuo

Em um cenário em que IA redefine processos de marketing, treinamento e operação comercial, empresas competitivas criam sistemas de aprendizado permanente, e não só campanhas pontuais.

Indicadores importantes:

  • tempo para testar e escalar novas abordagens (campanhas, canais, mensagens);
  • aumento de produtividade por squad (ex.: mais reuniões qualificadas com o mesmo time);
  • indicadores de aprendizado (número de experimentos concluídos, testes A/B, melhorias de conversão ao longo de 90 dias).


Como revisar seu planejamento 2026 com uma parceira de crescimento

Passo 1 – Diagnóstico executivo e limpeza de métricas

Antes de abrir o Excel e “planejar a pauta”, uma parceira de crescimento começa com um diagnóstico executivo:

  1. Mapear jornada real de descoberta, consideração, decisão e pós-venda.
  2. Separar métricas de vaidade x métricas de negócio.
  3. Definir poucos indicadores-chave por camada:
    • Descoberta: crescimento orgânico qualificado, participação em respostas de IA, share de intenção.
    • Consideração: taxa de avanço de funil, oportunidades criadas por segmento.
    • Decisão: receita, margem, LTV.
    • Operação: SLA de atendimento, tempo de resposta, integridade de CRM.

Na MAZ, esse olhar é consolidado em um plano de 90 dias por conta, conectando diagnóstico, metas e primeiros movimentos táticos.

Passo 2 – Arquitetura de funil integrada e AI-first SEO

Com métricas limpas, vem a arquitetura de funil:

  • definição do ICP e dos segmentos prioritários (ex.: hospitais, clínicas, healthtechs, indústrias B2B);
  • desenho de funis específicos por linha de serviço e ticket;
  • mapeamento de palavras-chave, perguntas frequentes e contextos de uso para conteúdo AI-first (AEO + GEO + AIO):
    • páginas que respondem perguntas diretas, com FAQs;
    • comparativos, checklists, guias práticos;
    • estudos de caso com dados e antes/depois.

Para saúde e B2B, isso inclui traduzir temas complexos (regulação, compliance, integrações técnicas) em conteúdos que educam o decisor e geram confiança.

Passo 3 – Governança e rotina de experimentação com IA

Por fim, o plano precisa caber na rotina:

  • ritos executivos claros (ex.: comitê mensal de crescimento, revisão bimestral de funil, check-in quinzenal de squads);
  • uso de IA para acelerar:
    • análise de dados de campanha;
    • geração de hipóteses de teste;
    • personalização de mensagens por segmento (sempre com supervisão humana e critérios éticos).
  • documentação contínua de aprendizados — o “prova antes de promessa” que sustenta posicionamento de autoridade.


Perguntas que um gestor deveria fazer antes de fechar com uma agência para 2026

Use este mini-checklist como FAQ interno:

  1. “Qual é a diferença entre o que vocês fazem e uma agência que entrega posts e mídia?”
    • A resposta precisa falar de funil, CRM, SLAs, receita e margem — não de formatos.
  2. “Como vocês conectam métricas de marketing a indicadores de negócio?”
    • Procure por indicadores como pipeline, taxa de conversão por etapa, LTV, CAC e previsibilidade.
  3. “Quais são os cases em saúde e B2B em que vocês conseguiram provar impacto?”
    • Peça antes/depois, números auditáveis, não apenas storytelling.
  4. “Como vocês estão adaptando a operação para AI-first SEO e GEO?”
    • A resposta precisa incluir estrutura de conteúdo, dados, fontes e testes em motores de resposta, não apenas “otimização de palavras-chave”.

Se as respostas girarem em torno de “criatividade, engajamento e seguidores” sem falar de governança, método e negócio, você provavelmente está diante de uma agência de comunicação, não de uma parceira de crescimento.


MAZ: de agência de comunicação a boutique de crescimento integrado

A MAZ nasceu como uma agência boutique especializada em saúde e evoluiu para uma boutique estratégica de crescimento, que integra marketing, vendas e tecnologia para transformar estratégia em impacto real, com previsibilidade, sofisticação e responsabilidade.

Isso significa:

  • operar com voz executiva, dados e critérios, mas sem perder proximidade consultiva;
  • educar o cliente, confrontar mitos de mercado com respeito e prova;
  • cuidar do negócio do cliente como se fosse o nosso, sem atalhos, sem promessas fáceis.

Para empresas de saúde, B2B, indústria e serviços complexos, a pergunta para 2026 não é “qual agência vai fazer minhas campanhas?”, mas:

“Quem vai dividir a responsabilidade por funil, receita e previsibilidade comigo?”

Se você percebe que está medindo errado, preso em métricas de vaidade ou com um planejamento que não conversa com seu P&L, talvez seja hora de trocar de pergunta, e de parceiro.

Quer revisar seu plano 2026 sob a ótica de funil, receita e IA,  não de likes? 

Fale com a estratégia da MAZ e peça um diagnóstico executivo.

Inscreva-se na nossa newsletter!

Aqui, você encontrará tudo sobre marketing e vendas para área da saúde e estética. Descubra estratégias de marketing digital, técnicas de vendas, gestão de mídias sociais, branding e as últimas tendências do mercado.

Explore nossos conteúdos:

Agência de comunicação ou parceira de crescimento? Como planejar 2026 além das métricas de vaidade

Você provavelmente já tem uma agenda cheia de demandas para 2026: redes sociais, mídia paga, SEO, eventos, automações. Mas há

Da agência de comunicação às métricas que importam: como parar de planejar em cima de vaidade no marketing para saúde

Quando “mais seguidores” não enche agenda Se você ainda entra na reunião de planejamento com objetivos como “aumentar seguidores em

Vamos conversar?

Estratégias sob medida para cada desafio de negócio.

  • Home
  • Quem somos
  • Serviços
  • Blog
  • Cases
  • Trabalhe conosco

Vamos conversar?

Estratégias sob medida para cada desafio de negócio.

Todos os Direitos Reservados – MAZ Agência.

  • Home
  • Blog
  • Cases
  • Quem somos
  • Serviços
  • Trabalhe conosco
Youtube

Todos os Direitos Reservados – MAZ Agência.

  • MAZ AGENCIA DE COMUNICACAO LTDA - 37.707.505/0001-09
AVENIDA MARCOS PENTEADO DE ULHOA RODRIGUES, 939 - ANDAR 8 TORRE 1 ED JACARANDA – TAMBORE
Barueri, São Paulo 06460040 - Brasil

Home

Quem somos

Serviços

Blog

Cases