Quando o marketing deixa de ser tentativa e erro e vira sistema de receita
Durante muito tempo, o marketing digital no B2B industrial foi tratado como um “mal necessário”: algo que precisava existir, mas que dificilmente entrava na mesa de decisão estratégica ou no planejamento real de receita.
O case da Alfa Engenharia mostra o oposto.
Aqui, o marketing não foi contratado para “postar mais”, “melhorar a estética” ou “rodar mídia”. Ele foi desenhado como sistema de crescimento, conectado a funil, processo comercial, governança e decisão.
Este artigo abre os bastidores dessa virada e explica por que os resultados vieram, não apenas quais foram os números.
Quem é a Alfa Engenharia hoje
A Alfa Engenharia é uma empresa especializada em engenharia térmica e soluções industriais sob medida, com foco em projetos complexos para indústrias de médio e grande porte.
- Operação B2B
- Ciclo de venda longo
- Ticket médio elevado
- Decisores altamente técnicos
Ou seja: um cenário clássico onde marketing genérico simplesmente não funciona.
O contexto antes da MAZ
Antes da parceria, a Alfa até “existia no digital”, mas de forma fragmentada:
- Site institucional sem estratégia de aquisição
- LinkedIn sem rotina ou direcionamento
- Ausência de funil claro
- Nenhuma previsibilidade de resultado
A empresa seguia vendendo o que, paradoxalmente, adiava decisões estruturais sobre marketing. Até que um ponto de virada aconteceu.
A dor que mudou o jogo
O alerta não veio de uma queda brusca de vendas.
Veio da comparação.
Concorrentes diretos começaram a ganhar visibilidade, autoridade e espaço enquanto a Alfa, historicamente pioneira, ficava para trás no digital.
Nesse momento, ficou claro que não investir em marketing estruturado também é uma decisão estratégica e quase sempre uma decisão cara no médio prazo.
Por que a Alfa escolheu a MAZ
A escolha pela MAZ Agência não aconteceu por portfólio criativo ou promessa de leads rápidos.
Ela aconteceu por método.
Desde a primeira conversa, o foco foi:
- entender profundamente o negócio
- mapear processo comercial real
- desenhar estratégia sob medida
- assumir o marketing como parte da operação
Não se tratava de “mais uma agência”.
Tratava-se de sentar na mesa de decisão.
O que foi feito na prática (os primeiros 90 dias)
O início exigiu dedicação, como todo projeto sério.
A MAZ mergulhou na operação da Alfa para absorver:
- linguagem técnica
- diferenciais reais
- perfil dos decisores
- dinâmica do comercial
A partir disso, estruturou-se um sistema que incluía:
- Funil mapeado ponta a ponta
- SLAs claros entre marketing e vendas
- Registro e acompanhamento no CRM
- Dono definido para cada etapa
- Revisões semanais de gargalos
Nada “glamouroso”.
Tudo funcional.
O que mais surpreendeu no processo
O resultado não veio de uma grande sacada criativa.
Veio de rotina, proximidade e governança.
Quando marketing e vendas passaram a operar como um único sistema, pequenas melhorias contínuas começaram a gerar impacto acumulado.
É o tipo de evolução que não viraliza mas muda o patamar do negócio.
Alfa antes x Alfa depois
A maior transformação não foi visual. Foi mental e operacional.
Hoje, o marketing:
- entra no planejamento de receita
- tem métricas claras de eficiência
- aponta gargalos reais do funil
- orienta decisões de investimento
O digital deixou de ser experimento.
Virou infraestrutura de crescimento.
Resultados consolidados
Os números refletem a maturidade do processo e não ações isoladas:
- CPL reduziu de patamares acima de R$ 1.000 para cerca de R$ 60 nos melhores meses
- ROAS de múltiplas dezenas
- Participação do digital no faturamento anual saiu da casa de 2–3% para próximo de 20%
Esses dados fazem parte do material oficial do case e do relato do próprio time da Alfa
O que esse case ensina para outras indústrias
O recado é direto:
Não adianta trocar de agência ou aumentar mídia sem olhar para funil, processo e governança.
Marketing B2B que gera receita exige:
- método
- consistência
- decisão difícil
- visão de longo prazo
É exatamente isso que encurta o caminho.
Conexão com dados e estudos de mercado
A experiência da Alfa dialoga com o que estudos globais já apontam:
- Segundo a Gartner, empresas B2B com alinhamento forte entre marketing e vendas crescem até 3x mais rápido do que concorrentes desalinhados
- Relatório da McKinsey mostra que organizações orientadas a dados têm 23x mais chance de adquirir clientes
Esses números reforçam: o case Alfa não é exceção: é consequência de método.
O Case Alfa Engenharia não é sobre marketing digital. É sobre gestão.
Sobre tirar o marketing do lugar da tentativa e erro e colocá-lo onde ele deveria estar desde o início: como sistema previsível de geração de receita.
Se a sua operação industrial sente que está investindo, mas não enxerga clareza, talvez o problema não seja o canal e sim a ausência de método.